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Poesia para as mães

Ei pessoal, tudo bom? O post de hoje é uma poesia do cordelista Bráulio Bessa (sabe aquele que está sempre no encontro da Fátima Bernardes? Então, ele mesmo!). Eu acho as poesias dele incríveis, e separei uma em especial, que além de ser ter me tocado muito, é simplesmente fantástica! Então pensando nisso, não vi por que não compartilhar com vocês. Afinal, eu utilizo o blog para postar assuntos dos quais eu gosto e me identifico. Bom, espero que assim como eu, vocês gostem. 

Obs: E se possível, mostre a sua mãe essa poesia ou leia para ela. Te garanto que ela irá gostar muito, e que tal depois disso dar aquele abraço gostoso (e muito apertado) na sua mãe?


A palmada da mãe não dói metade,
das palmadas que a vida da na gente!

Os mais sábios conselhos ela me deu
Sem tirar nem botar acertou tudo
É doutora da vida sem estudo
Foi vivendo que ensinou e que aprendeu
Com as pancadas dessa vida mãe sofreu
E mostrou até de forma inconsciente
Que seus filhos precisavam ser descentes
E viver sempre com honestidade
A palmada da mãe não dói metade,
Das palmadas que a vida da na gente!

Se a carne era pouca e o caldo ralo
O pirão do amor tinha sustança
E as panelas todas cheias de esperança
Nossa fé nunca sofreu nenhum abalo
Mãe dizia filho escuta o que eu te falo
Nessa vida seja sempre paciente
Cada um tem destino diferente
Lute, cresça e nunca perca a humildade
A palmada da mãe não dói metade,
Das palmadas que a vida da na gente!

Se um presente mais bonito eu lhe pedia
Mãe dizia que não podia comprar
Me zangava e começava a chorar
Sem saber que muito mais nela doía
Sem dinheiro pra fazer minha alegria
Arranjava uma maneira diferente
E dizia que um dia mais na frente
Meu trabalho mataria essa vontade
A palmada da mãe não dói metade,
Das palmadas que a vida da na gente!

Até hoje quando eu dou um cheiro nela
Agradeça a Deus por ter minha mainha
Mas para quem já perdeu sua rainha
Não se sinta só nem distante dela
Entre a terra e o céu há uma janela
Com um vaso onde Deus planta a semente
Do amor que a mãe da gente sente
E é essa rosa que lhe protege da maldade
A palmada da mãe não dói metade,
Das palmadas que a vida da na gente!


Essa poesia é linda, linda e linda! Cheguei a arrepiar relendo! Se eu pudesse pedir uma única coisa a Deus, pediria para que esse ser tão maravilhoso e extraordinário, pelo qual sou apaixonada, que é a mãe, fosse eterno!

Assista também ao vídeo!


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